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A vida de relação nem sempre é um paraíso nem um mar de rosas. Acredito mesmo que na maioria das vezes tá mais pra um caminho deserto e quente onde buscamos um gole d’água para chegarmos ao final da jornada inteiros e com vida.
 
Relacionamentos são difíceis e desafiadores. Alguns batem, outros picam. outros ainda mordem. Mas na verdade todos tem uma intenção positiva com algum comportamento e quando não gostamos desse comportamento ou quando o que o outro faz nos incomoda e fere, é mais fácil pesquisarmos o que há dentro de nós que fala alto quando alguém faz alguma coisa de que não gostamos do que tentarmos mudar o outro. Apesar de ser simples assim, é um desafio a superar em nós.

Trago uma historinha que já deve ser conhecida de todos mas que nos ajuda a fazer uma reflexão sobre como devemos nos comportar diante das atitudes dos outros. É uma história singela mas tem muita coisa que podemos tirar dela.

“Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
 
— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas às vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
 
O mestre respondeu:
 
— A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
 
Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.”
 
Esta parábola nos faz refletir a forma de melhor compreender e aceitar as pessoas com que nos relacionamos.
Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar nossas próprias reações e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode.
Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo. Cada qual conforme sua natureza, e não conforme a do outro.
 
Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções.
Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam, não é problema nosso… é problema deles.
 
 
” Quem ama liberta”
Amar ainda não é um sentimento tão simples para nós, apesar de muitas pessoas falarem com tanta facilidade da boca pra fora que até espanta de tão banal a sua pronúncia. Porém muitos componentes desse sentimento ainda estão em construção ou precisam passar por uma ressignificação que virá com o amadurecimento emocional e moral da criatura. A questão é que esse amadurecimento tem sido bem demorado e até mesmo retardado por muitos que ainda não conseguiram se libertar de suas ilusões e crenças provenientes de experiências passadas e reforçadas pela cultura entre outras coisas.
 
Ainda temos muito ruído na comunicação, lixo nos pensamentos e venenos no coração. E para compreender o amor em toda a sua extensão é preciso abrir mão de si mesmo e entrar no universo do outro. Só que isso ainda é confundido com abandonar-se ou deixar de ser quem se é para viver a vida de outra pessoa, projetando-se quem é no outro, ou mais ou menos assim. É tão complexo definir e explicar esse sentimento que mal compreendemos por ainda não termos uma noção exata do que seja amar.
 
Há 2.000 anos Jesus disse “amai-vos uns aos outros”, “amai vossos inimigos”, “fazei ao outro aquilo que gostaríeis que fizesses a você”, “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”…e temos ao longo da história tantas outras mensagens que mal compreendemos o significado e sua aplicação prática na vida. Ainda vemos tanta desigualdade no mundo mas isso não tem importância se nossa família está aquecida, empregada e sem fome. Ainda temos sentimentos de castas, grupos, nações e cor de pele! Ainda separamos pobres, ricos, bem sucedidos (endinheirados e bem posicionados na opinião da massa) que esquecemos das necessidades dos parentes mais afastados, vizinhos, amigos, conhecidos…
 
Da mesma maneira que as redes sociais aproximam, elas afastam e distanciam pessoas desse sentimento que une corações e mentes em objetivos comuns compartilhando jornadas, alegrias e tristezas até que a morte as separe (como se a morte existisse e fosse o fim de tudo). 
 
E quando trazemos esse pensamento para os relacionamentos amorosos, que tem se mostrados desastrosos em sua maioria – nunca se casou tanto e nunca se divorciou tanto também – acabamos trazendo à tona um baú de dificuldades muito por causa da ausência do autoamor, confundido com egoísmo. Já ouvi muitos casais comentarem que seus relacionamentos são verdadeiros carmas, como se isso fosse a verdadeira desgraça. Na verdade Carma é um compromisso nosso conosco mesmo e uma excelente oportunidade de fazer novas e melhores escolhas.
 
“O que nos faz crer que carma é passar pelas agonias de uma provação dolorosa nos relacionamentos é nossa concepção de amor nas relações. As crenças que construímos sobre o amor foram as que mais engessaram nossa verdadeira capacidade de amar.”
 
“Nossa história com relação ao amor é muito mais uma forma de pensar do que um sentimento adquirido. Pensamos que amamos por que sentimos algo que nomeamos como amor quando uma considerável parcela desse sentimento ainda é reflexo do egoísmo, isto é, nós nos amamos no outro.
 
“Essa forma de pensar o amor é uma crença que nos faz acreditar em um sentimento tão poderoso que chega ao ponto de se tornar prepotente. Um amor que seria capaz de extinguir dentro do outro todos os focos de dor, mesmo quando a pessoa amada não deseje ainda se libertar de suas sombrias prisões interiores.”
 

“Amor não é um sentimento cujo propósito seja resolver o que compete ao outro.”

 

“A renovação das nossas crenças sobre o amor liberta o outro e nos liberta de correntes cármicas que nos aprisionam pois acreditamos em uma forma de amar ilusória, fantasiosa, romântica e fictícia que só tem engrossado as fileiras dos magoados, ressentidos e doentes do coração e da alma.
 
Ermance Dufaux, no seu livro Emoções que Curam – Culpa, Raiva e Medo como Forças de Libertação ( e diga-se de passagem, que livro!!!) – noa fala em 6 principais crenças muito comuns em relação à nossa forma ilusória de amar que necessitam de atualização e um repensar à luz de princípios da amorosidade e do autoamor, da gentileza consigo mesmo e com o próximo, proporcionando inclusive a liberdade para todos. São elas:
 
1 – A crença que podemos mudar o outro com nosso amor, mesmo que o outro não queira
 
Isso estabelece uma conexão entre o amor  e a prepotência de achar que nossa verdade é que tem que ser aceitam, de que sabemos o que é melhor para o outro.
 
2 – A crença de que amar é tolerar sem impor limites
 
O que estabelece uma conexão entre amor e sacrifício. Somos como uma árvore que dá boas flores e frutos, que em volta tem um lindo jardim florido. Cabe a nós cercamos o nosso jardim com uma cerca e um portão que abrimos para quem quisermos. De outra forma, se deixarmos o portão aberto todos invadirão nosso jardim e pisarão nas nossas flores. Cabe a nós estabelecermos os limites para quem entra ou quem não deve entrar.
 
3 – A crença de que amar é ser submisso à vontade do outro.
 
Isso cria uma conexão entre amor e autoabandono. Ninguém é dono de ninguém. Todos tem os mesmos direito apesar de papeis diferentes na vida. E quem ama liberta! Cuidar de si mesmo é “amar ao próximo como a si mesmo”.
 
4 – A crença de que amar é prover a pessoa amada de tudo que ela solicita.
 
Com essa crença conectamos amor com o julgamento de acharmos que sabemos do que o outro precisa. Não tem sido assim com muitas mães e pais com seus filhos, para não se sentirem culpados por não dar tempo de qualidade ou uma reação ao tipo de criação que tiveram de seus pais?
 
5 – A crença de que o outro vai se modificar por nossa causa.
 
Conecta amor e expectativas muito elevadas. Cada um só pode dar o que tem e não o que queremos que o outro dê. Expectativas muito altas causam decepções e frustrações muito altas também. É preciso baixar as expectativas e aceitar o outro como ele é e com seus desejos de crescimento e seus recursos emocionais naquele momento. Precisamos lembrar que a natureza não dá saltos e levamos 3,8 bilhões de anos para chegar ao que somos hoje. Fica difícil querer que outra pessoa mude uma estrutura milenar e enraizada em memórias, experiências e crenças em apenas alguns dias, meses ou anos.
 
6 – A crença de que somente com o amor do outro podemos ser felizes.
 
Isso é uma conexão entre amor e carência. E falando em carências são enormes e muitas as carências que trazemos e cultivamos ao longo dessa e de outras existências (pra quem acredita) e projetamos em nossos relacionamentos.”
 
Pensar que já sabemos amar é uma das expressões sombrias do nosso egoísmo. A renovação de nossas crenças é a solução para essa “enfermidade moral” que um dia nos levará à condição do amor incondicional ao próximo, ou seja, aquele que está ao meu lado e no momento presente, não importando quem seja, qual sua maneira de falar, como se  veste e onde mora, como se comporta e quanto tem no bolso. Entender o amor e os relacionamentos de uma forma saudável e que nos curem de nós mesmos e nos permita nos libertar de tudo que é ilusório e libertar os outros também é nos transformar em melhores seres humanos. E como toda mudança, é necessário mente e coração abertos, autoconhecimento, paciência consigo mesmo e autoamor. 
 
É colocando um tijolo sobre o outro que, aos poucos, a casa vai tomando forma.
 
Participe do encontro SER + HUMANO e venha abrir-se ao processo de autoconhecimento com amor.
Mais informações sobre datas, valores e reserva de vaga, entre em contato conosco pelo WhatsApp (21) 99502-3000 ou pelo link do grupo ATENDIMENTO INSTITUTO DNA
Viver não é uma questão simples como lemos e ouvimos em tantos posts e vídeos. É uma aventura bem mais complexa do que parece. Somos estruturados em meio às nossas crenças, vivências, experiências, lembranças e ainda misturamos isso tudo com nossos desejos, objetivos na vida, propósito. 
 
São filtros cognitivos que na maioria das vezes nos faz enxergar a nós mesmos de uma forma distorcida e ilusória, longe da realidade de quem somos. E isso leva ao Efeito Dunning-Krueger, que em outro momento falarei mais um pouco. Esse efeito nos faz ter a ilusão de achar que somos e sabemos mais do que realmente somos e sabemos.
 
Na verdade, acabamos nos sentindo desprotegidos e solitários muitas vezes, entrando num redemoinho de emoções e sentimentos que causamos por conta da baixa autoestima que se instala à medida que os resultados que queríamos não vão aparecendo como esperávamos que acontecessem. Sinais no reflexo do espelho, quando ficamos de frente pra nossa realidade.
 
Mergulhamos em estados de depressão e menos valia que prejudica mais o que já deve estar ruim. E acredite, se não fizermos nada pode piorar!
 
A boa notícia é que temos dentro de nós um Escudo Emocional Protetor e de Segurança Pessoal chamado Autoamor e com a ajuda de Ermance Dufaux, no seu livro Emoções que Curam – Culpa, Raiva e Medo como Forças de Libertação – vou trazer aqui 5 dicas dela para sairmos desse estado e entrarmos em uma Espiral Positiva de alegria, saúde  e sucesso.
 
1 – EVITE EXPECTATIVAS MUITO ELEVADAS
 
Elas costumam ser a causa principal da presença da mágoa, e uma pessoa magoada é forte candidata a ingerir os venenos da decepção, do ódio e da tristeza, estados íntimos favoráveis às agressões energéticas. Podemos esperar o melhor, mas com aceitação e perdão quando não conseguimos atingir as metas que tanto almejamos;
 
2 – TER UM OLHAR EDUCATIVO PARA OS CONFLITOS
 
Necessitamos interpretar os conflitos como sintoma íntimo de que temos algo essencial a resolver pelo nosso bem estar. Estados de conflitos íntimos persistentes são geradores de angústia, a emoção que alerta para a existência da desorganização interna, que por sua vez, é uma torneira totalmente aberta para a queda repentina da vitalidade. O conflito é a mola de propulsão para avançarmos na direção da nossa melhoria e amadurecimento;
 
3 – ACEITAR QUE NINGUÉM CONSEGUE TER CONTROLE SOBRE TUDO NA VIDA
 
O esforço neurótico de controlar é um exaustor da energia da serenidade e um produtor de medos incontroláveis. A vida é um fluxo que nos convida a sincronizar nossa mente com o ritmo dos acontecimentos e da realidade;
 
4 – OBSERVAR A IRRITAÇÃO COM UM OUTRO OLHAR
 
Quando a irritação surge na vida emocional, ela está emitindo um recado do coração que diz mais ou menos assim: “Você está ultrapassando seus limites, algo está em desacordo com suas necessidades. Observe, reflita e corrija o que está  acontecendo.”. A irritação é um curto-circuito no sistema defensivo descompensando seu equilíbrio de forças na nossa aura, e os caminhos energéticos da existência só serão abertos quando houver a substituição das frases indicadoras de ausência nos limites: “tenho que…”, “deveria ter…”, por essas outras formas libertadoras: “eu escolhi…”, “eu necessito…”, “Eu quero…”
 
(Algo de PNL me veio à mente nesse momento e me confirma a ideia de que PNL está na vida da gente).
 
 “A inconsciência de limites promove a exaustão de energia vital, fundamental para o equilíbrio do sistema nervoso. Respeito aos limites é um processo de educação de nossas forças e habilidades que alinham nossa mente ao equilíbrio e à serenidade.
 
5 – EVITAR FIXAÇÃO PROLONGADA NOS ASPECTOS SOMBRIOS
 
Ao destacar os os aspectos desagradáveis que carregamos ou aqueles que fazem parte da personalidade das pessoas com quem convivemos, fortalecemos esses traços em nós ou passamos a carregar as mesmas dores e necessidades das pessoas que criticamos, instaurando-se o clima da descrença, do pessimismo e da animosidade. O exercício de olhar a vida de uma forma mais otimista e destacar o luminoso na vida e nas pessoas é uma atitude imunizadora em nosso favor, metabolizando fluidos elevados e responsáveis pela serenidade psíquica.”
 
Esses e muitos outros são cuidados e atitudes de amor para conosco que fortalecerão a nossa confiança, nossa saúde e nosso equilíbrio.
 
Autoamor é o segredo de uma vida abundante e próspera.
Você merece. Você pode. É possível e Vale a pena!
 
Participe do nosso encontro SER + HUMANO e venha compartilhar de estudos, reflexões e praticas libertadoras para a vida.
 
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DIVERSIDADE, sustentabilidade, inclusão…são palavras muito bonitas e ninguém pode negar que vendem muito.

Mas e se eu te disser que, de todas as vantagens, a imagem que você quer agregar para sua marca com esse conceito é a que menos importa, o que você diria?

Muito mais do que ter algo para mostrar, um time diversificado de colaboradores é uma grande vantagem competitiva no mercado.

E vamos te mostrar o porquê!

A diversidade não é só uma palavra bonita. Do mesmo jeito que a palavra sustentabilidade vai muito além de um simples selo em uma embalagem, a diversidade vai muito além do que a foto no folheto da empresa.

Falar sobre diversidade não é falar sobre imagem. É sobre implementar ideias e alcançar os melhores resultados.

Quais são as reais vantagens que a diversidade pode trazer para sua empresa?

A primeira delas é a Inovação e Criatividade.

Quanto mais heterogêneo e diverso um ambiente é, mais espaço para inovação vai existir! A criação de produtos e serviços inovadores vem muitas vezes da habilidade de enxergar e resolver problemas que nem sempre os profissionais de determinadas áreas envolvidas no projeto, de altos cargos, gerentes e líderes conseguiram enxergar.

Mas, claro…para que isso aconteça é necessário haver um ambiente de trabalho que abra espaço e acolha essas ideias vindo das mais heterogêneas cabeças e formações.

Tudo que falamos aqui em cima gera, obviamente, os melhores resultados.

E é por isso que em nossos treinamentos a individualidade de cada um é valorizada.

Nós, da DNA, temos orgulho de trabalhar com a maior gama possível de diversidade na nossa empresa e isso produz um ambiente leve, alegre e excitante onde novas ideias não são apenas bem vindas como celebradas. 

E tem mais!

Ao mesmo tempo em que as empresas passam a ser vistas com o “selo da inclusão e da diversidade”, também ajuda a reter os talentos e colaboradores top. A atmosfera se torna mais leve, acolhedora e a consequência não poderia ser outra: alta performance.

Rosalind Hudnell, diretora de diversidade global e inclusão da Intel diz que eles experienciaram uma explosão de produtividade exatamente por causa da diversidade dos seus colaboradores.

No momento em que você direciona as pessoas a fazerem o seu melhor gera um tremendo impacto!

Ou seja, o segredo é mais simples do que parece.

Mais diversidade = mais inovação = melhores resultados e melhores colaboradores!

E só mais uma coisinha…

Para quem pensa que essa é só uma pauta passageira, acabamos de mostrar que está muito enganad@. É melhor apertar os cintos e embarcar nessa de uma vez.

Acolher as diferenças faz parte do futuro!

Qual sua opinião sobre o assunto? Você consegue ver a importância da diversidade para sua empresa? Queremos comentários!

 (Fonte: Pesquisa Forbes (Forbes Insights) Global Diversity and Inclusion Fostering Innovation Through a Diverse Workforce)

O futuro da Colaboração

De forma simples, o C-suite é uma forma de colaboração cruzada.

E o que é isso?

Symphonic é um modelo em que os líderes e dirigentes dos altos cargos (CEO´s e CFO´s e etc.) começam a fazer parte dos diferentes grupos da empresa, colaborando com seus insights e suas experiências.

Tal modelo está provando ser o que há de mais novo em forma de interação e resolução de problemas em ambientes de trabalho.

As gerações mudam e a tecnologia cada vez mais chega para acelerar nossa rotina. Hoje, o trabalho grita por colaboração e inteligência emocional.

Você já tinha ouvido falar nesse modelo inovador?

Por exemplo, aqui no INSTITUTO DNA, já implantamos essa nova maneira de pensar e enxergar nossa rotina. Trabalhamos todos juntos e próximos, muitas vezes usando a própria tecnologia à nosso favor (Post de semana que vem! Aguardem!). As opiniões de todos são ouvidas e levadas muito a sério e todos tem a oportunidade de expor seu ponto de vista.

É literalmente colocar em prática o velho ditado “Dez cabeças pensam melhor que uma!” diariamente.

Para nós, sempre foi natural promover a integração dessa maneira. E os resultados não negam: mais motivação, mais ideias, mais rapidez e produtividade!

Na pesquisa de 2018 da Deloitte’s 2018 Global Human Capital Trends (da Deloitte´s), foi identificado que as empresas com maior “colaboração cruzada” dos CXO´s eram as mais prováveis de ter um crescimento de 10% no mínimo.

Em todos os treinamentos que oferecemos para nosso clientes, integração, comunicação e inteligência emocional são palavras chave. Acreditamos que organizações que tem como base o trabalho em equipe são o futuro e a tendência (como vocês já podem ter percebido) é que o modelo C-Suite se torne cada dimais presente.

Vai ficar fora dessa?

Já se foi o tempo dos líderes delegarem sozinhos no topo, hoje o segredo de um negócio de sucesso é compartilhar e agregar valor!

Vem com a gente nessa novidade! Você não vai se arrepender!

O que  achou? Vai colocar em prática na sua empresa?

Deixa aqui nos comentários!

Liderança sempre vai ser um assunto em Alta no meio empresarial. Existem muitas teorias sobre o que faz um líder ser ótimo. Sabemos que a Inteligência Emocional é parte central de uma boa liderança, mas será que ela sozinha é suficiente?

De acordo com o MIT (Massachusetts Institute of Technology), não.

Através de uma pesquisa feita com mais de 3.000 executivos, o MIT conseguiu mapear as 4 Capacidades mais comuns em líderes de Alta Performance.

De acordo com Deborah Ancona, diretora do Centro de Liderança do MIT e uma das chefes da pesquisa, o Modelo tenta entender como funciona a mente dos líderes de Alta Performance e nos ajuda a responder perguntas como: 

O que me ajuda a superar as coisas que acontecem comigo? 

Como mudar de padrão e ir em direção a uma liderança mais efetiva?

Quer saber quais são essas Capacidades? Vamos a elas!

1 – Sentido – Capacidade de ver sentido no contexto em você opera. 

É difícil saber para onde ir e o que fazer a não ser que você tenha um bom senso de realidade, na companhia, no país e no MUNDO. 

Como as pessoas enxergam a situação? Quem são os stakeholders?

Tudo isso contribui para você formar uma visão geral do que está acontecendo.

2 – Capacidade de se relacionar – Liderança não é um esporte individual

Uma parte importante da liderança é entender quem são as pessoas que fazem parte do seu time. 

O que é importante para elas? O que pensam e como encaram as situações?

E não é uma via de mão única. É importante ser capaz de comunicar o seu ponto de vista também.

“Um dialogo efetivo entre indivíduos que leva ao compromisso, confiança e motivação depende de um processo recíproco de compreensão enquanto você também compartilha!”

3 – Visão de futuro – Capacidade de imaginar novos cenários

A capacidade de imaginar um futuro diferente do que você está se encaminhando se as coisas permanecerem do jeito que estão.

4 – Inventividade – Capacidade de criar estruturas e Processos

Essa Capacidade muda a maneira com que as pessoas trabalham juntas. Direciona as ações em prol de uma visão de futuro para transformar o produto em algo palpável e leva-lo para a rua (literalmente) . 

Inventividade é a implementação e execução com uma pitada de criatividade.

As capacidades de liderança são aplicáveis em qualquer tipo de organização, tanto em nações desenvolvidas como em desenvolvimento.

É importante falar que as 4 Capacidades tendem a se misturar. É normal transitar entre elas, sendo a Capacidade de relacionamento presente o tempo todo. 

Não se preocupe se você não enxerga todas em você. A grande vantagem do Modelo é dar uma direção para que possamos entender qual característica deve ser mais trabalhada.

Deborah Ancona ainda diz que “o que os os líderes do Futuro devem fazer é abrir mão de modelos ultrapassados e ver o mundo com novos olhos”

Quantas identificou em você?

Conta pra gente aqui nos comentários! Vamos adorar saber!

 

Fonte: https://www.forbes.com/2010/09/07/deborah-ancona-mit-leadership-managing-varghese.html#317c0e9186ce

As pessoas não estão satisfeitas com o que tem, mas também não fazem o que precisam fazer para obter algo diferente. Por que isso acontece?

 Sabe o que acho realmente?
Que as pessoas estão mais interessadas em tudo que não serve pra vida delas!
 
Depois reclamam que seus fracassos foram culpa de alguém ou alguma coisa que aconteceu ou deixou de acontecer. 
É mais fácil arranjar um culpado do que fazer alguma coisa a respeito para mudar a sua vida. É mais fácil permanecer na zona de conforto, na merda quentinha!
 
CADA UM ESCOLHE A VIDA QUE QUER TER.
 
Uns estão escolhendo relacionamentos tóxicos. Não desenvolvem seu autoconhecimento e viram reféns dos acontecimentos externos.
 

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