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A vida de relação nem sempre é um paraíso nem um mar de rosas. Acredito mesmo que na maioria das vezes tá mais pra um caminho deserto e quente onde buscamos um gole d’água para chegarmos ao final da jornada inteiros e com vida.
 
Relacionamentos são difíceis e desafiadores. Alguns batem, outros picam. outros ainda mordem. Mas na verdade todos tem uma intenção positiva com algum comportamento e quando não gostamos desse comportamento ou quando o que o outro faz nos incomoda e fere, é mais fácil pesquisarmos o que há dentro de nós que fala alto quando alguém faz alguma coisa de que não gostamos do que tentarmos mudar o outro. Apesar de ser simples assim, é um desafio a superar em nós.

Trago uma historinha que já deve ser conhecida de todos mas que nos ajuda a fazer uma reflexão sobre como devemos nos comportar diante das atitudes dos outros. É uma história singela mas tem muita coisa que podemos tirar dela.

“Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
 
— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas às vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
 
O mestre respondeu:
 
— A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
 
Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.”
 
Esta parábola nos faz refletir a forma de melhor compreender e aceitar as pessoas com que nos relacionamos.
Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar nossas próprias reações e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode.
Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo. Cada qual conforme sua natureza, e não conforme a do outro.
 
Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções.
Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam, não é problema nosso… é problema deles.
 
 

Depois de plantada a semente, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo.

Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu. Uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.

Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava…

Não devemos desistir facilmente de nossos projetos, de nossos sonhos…

Em nosso trabalho, especialmente em projetos que envolvem mudanças de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização, devemos sempre lembrar do bambu chinês para não desistirmos diante das dificuldades que surgirão.
Cultive sempre dois bons hábitos em sua vida: persistência e paciência, pois você merece alcançar todos os seus sonhos.

O bambu nos oferece diversas lições.
È preciso ter coragem e vontade firme para que, durante um tempo de amadurecimento, possamos espalhar nossas raízes e construir um alicerce forte que sustente nosso crescimento pois é preciso abrir mão de resultados imediatos para construir um futuro mais forte e sustentável;
É preciso acreditar que esse tempo vai nos trazer um retorno mais favorável, mais seguro e duradouro. Por isso torna-se necessário ter a confiança nas suas capacidades, acreditar em si mesmo, buscar valores que te sustentem nessa caminhada na direção da realização e do sucesso. É preciso ter fé!
E por último e não menos importante, aprender a aceitar que não controlamos tudo e que ser resiliente é sinal de amadurecimento emocional que nos permitirá sobreviver às intempéries da jornada. Aprender nas dificuldades não é pra todo mundo, só para os mais corajosos e conscientes de si mesmos e do processo. E nesse momento o bambu nos oferece uma lição ímpar: a flexibilidade para se dobrar até o chão nas ventanias e tempestades da vida e se levantar firme para a sua vitória na retomada do crescimento.

E tudo isso necessita de uma coisa: paciência!

“É preciso muita flexibilidade para se curvar ao chão e muita fibra para se chegar às alturas.”

Os que decidem mudar são corajosos e têm vontade firme;
Os que têm fé em seu potencial são confiantes.
Os que resistem às maiores dificuldades e aprendem com elas são resilientes e flexíveis.

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” Quem ama liberta”
Amar ainda não é um sentimento tão simples para nós, apesar de muitas pessoas falarem com tanta facilidade da boca pra fora que até espanta de tão banal a sua pronúncia. Porém muitos componentes desse sentimento ainda estão em construção ou precisam passar por uma ressignificação que virá com o amadurecimento emocional e moral da criatura. A questão é que esse amadurecimento tem sido bem demorado e até mesmo retardado por muitos que ainda não conseguiram se libertar de suas ilusões e crenças provenientes de experiências passadas e reforçadas pela cultura entre outras coisas.
 
Ainda temos muito ruído na comunicação, lixo nos pensamentos e venenos no coração. E para compreender o amor em toda a sua extensão é preciso abrir mão de si mesmo e entrar no universo do outro. Só que isso ainda é confundido com abandonar-se ou deixar de ser quem se é para viver a vida de outra pessoa, projetando-se quem é no outro, ou mais ou menos assim. É tão complexo definir e explicar esse sentimento que mal compreendemos por ainda não termos uma noção exata do que seja amar.
 
Há 2.000 anos Jesus disse “amai-vos uns aos outros”, “amai vossos inimigos”, “fazei ao outro aquilo que gostaríeis que fizesses a você”, “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”…e temos ao longo da história tantas outras mensagens que mal compreendemos o significado e sua aplicação prática na vida. Ainda vemos tanta desigualdade no mundo mas isso não tem importância se nossa família está aquecida, empregada e sem fome. Ainda temos sentimentos de castas, grupos, nações e cor de pele! Ainda separamos pobres, ricos, bem sucedidos (endinheirados e bem posicionados na opinião da massa) que esquecemos das necessidades dos parentes mais afastados, vizinhos, amigos, conhecidos…
 
Da mesma maneira que as redes sociais aproximam, elas afastam e distanciam pessoas desse sentimento que une corações e mentes em objetivos comuns compartilhando jornadas, alegrias e tristezas até que a morte as separe (como se a morte existisse e fosse o fim de tudo). 
 
E quando trazemos esse pensamento para os relacionamentos amorosos, que tem se mostrados desastrosos em sua maioria – nunca se casou tanto e nunca se divorciou tanto também – acabamos trazendo à tona um baú de dificuldades muito por causa da ausência do autoamor, confundido com egoísmo. Já ouvi muitos casais comentarem que seus relacionamentos são verdadeiros carmas, como se isso fosse a verdadeira desgraça. Na verdade Carma é um compromisso nosso conosco mesmo e uma excelente oportunidade de fazer novas e melhores escolhas.
 
“O que nos faz crer que carma é passar pelas agonias de uma provação dolorosa nos relacionamentos é nossa concepção de amor nas relações. As crenças que construímos sobre o amor foram as que mais engessaram nossa verdadeira capacidade de amar.”
 
“Nossa história com relação ao amor é muito mais uma forma de pensar do que um sentimento adquirido. Pensamos que amamos por que sentimos algo que nomeamos como amor quando uma considerável parcela desse sentimento ainda é reflexo do egoísmo, isto é, nós nos amamos no outro.
 
“Essa forma de pensar o amor é uma crença que nos faz acreditar em um sentimento tão poderoso que chega ao ponto de se tornar prepotente. Um amor que seria capaz de extinguir dentro do outro todos os focos de dor, mesmo quando a pessoa amada não deseje ainda se libertar de suas sombrias prisões interiores.”
 

“Amor não é um sentimento cujo propósito seja resolver o que compete ao outro.”

 

“A renovação das nossas crenças sobre o amor liberta o outro e nos liberta de correntes cármicas que nos aprisionam pois acreditamos em uma forma de amar ilusória, fantasiosa, romântica e fictícia que só tem engrossado as fileiras dos magoados, ressentidos e doentes do coração e da alma.
 
Ermance Dufaux, no seu livro Emoções que Curam – Culpa, Raiva e Medo como Forças de Libertação ( e diga-se de passagem, que livro!!!) – noa fala em 6 principais crenças muito comuns em relação à nossa forma ilusória de amar que necessitam de atualização e um repensar à luz de princípios da amorosidade e do autoamor, da gentileza consigo mesmo e com o próximo, proporcionando inclusive a liberdade para todos. São elas:
 
1 – A crença que podemos mudar o outro com nosso amor, mesmo que o outro não queira
 
Isso estabelece uma conexão entre o amor  e a prepotência de achar que nossa verdade é que tem que ser aceitam, de que sabemos o que é melhor para o outro.
 
2 – A crença de que amar é tolerar sem impor limites
 
O que estabelece uma conexão entre amor e sacrifício. Somos como uma árvore que dá boas flores e frutos, que em volta tem um lindo jardim florido. Cabe a nós cercamos o nosso jardim com uma cerca e um portão que abrimos para quem quisermos. De outra forma, se deixarmos o portão aberto todos invadirão nosso jardim e pisarão nas nossas flores. Cabe a nós estabelecermos os limites para quem entra ou quem não deve entrar.
 
3 – A crença de que amar é ser submisso à vontade do outro.
 
Isso cria uma conexão entre amor e autoabandono. Ninguém é dono de ninguém. Todos tem os mesmos direito apesar de papeis diferentes na vida. E quem ama liberta! Cuidar de si mesmo é “amar ao próximo como a si mesmo”.
 
4 – A crença de que amar é prover a pessoa amada de tudo que ela solicita.
 
Com essa crença conectamos amor com o julgamento de acharmos que sabemos do que o outro precisa. Não tem sido assim com muitas mães e pais com seus filhos, para não se sentirem culpados por não dar tempo de qualidade ou uma reação ao tipo de criação que tiveram de seus pais?
 
5 – A crença de que o outro vai se modificar por nossa causa.
 
Conecta amor e expectativas muito elevadas. Cada um só pode dar o que tem e não o que queremos que o outro dê. Expectativas muito altas causam decepções e frustrações muito altas também. É preciso baixar as expectativas e aceitar o outro como ele é e com seus desejos de crescimento e seus recursos emocionais naquele momento. Precisamos lembrar que a natureza não dá saltos e levamos 3,8 bilhões de anos para chegar ao que somos hoje. Fica difícil querer que outra pessoa mude uma estrutura milenar e enraizada em memórias, experiências e crenças em apenas alguns dias, meses ou anos.
 
6 – A crença de que somente com o amor do outro podemos ser felizes.
 
Isso é uma conexão entre amor e carência. E falando em carências são enormes e muitas as carências que trazemos e cultivamos ao longo dessa e de outras existências (pra quem acredita) e projetamos em nossos relacionamentos.”
 
Pensar que já sabemos amar é uma das expressões sombrias do nosso egoísmo. A renovação de nossas crenças é a solução para essa “enfermidade moral” que um dia nos levará à condição do amor incondicional ao próximo, ou seja, aquele que está ao meu lado e no momento presente, não importando quem seja, qual sua maneira de falar, como se  veste e onde mora, como se comporta e quanto tem no bolso. Entender o amor e os relacionamentos de uma forma saudável e que nos curem de nós mesmos e nos permita nos libertar de tudo que é ilusório e libertar os outros também é nos transformar em melhores seres humanos. E como toda mudança, é necessário mente e coração abertos, autoconhecimento, paciência consigo mesmo e autoamor. 
 
É colocando um tijolo sobre o outro que, aos poucos, a casa vai tomando forma.
 
Participe do encontro SER + HUMANO e venha abrir-se ao processo de autoconhecimento com amor.
Mais informações sobre datas, valores e reserva de vaga, entre em contato conosco pelo WhatsApp (21) 99502-3000 ou pelo link do grupo ATENDIMENTO INSTITUTO DNA
Viver não é uma questão simples como lemos e ouvimos em tantos posts e vídeos. É uma aventura bem mais complexa do que parece. Somos estruturados em meio às nossas crenças, vivências, experiências, lembranças e ainda misturamos isso tudo com nossos desejos, objetivos na vida, propósito. 
 
São filtros cognitivos que na maioria das vezes nos faz enxergar a nós mesmos de uma forma distorcida e ilusória, longe da realidade de quem somos. E isso leva ao Efeito Dunning-Krueger, que em outro momento falarei mais um pouco. Esse efeito nos faz ter a ilusão de achar que somos e sabemos mais do que realmente somos e sabemos.
 
Na verdade, acabamos nos sentindo desprotegidos e solitários muitas vezes, entrando num redemoinho de emoções e sentimentos que causamos por conta da baixa autoestima que se instala à medida que os resultados que queríamos não vão aparecendo como esperávamos que acontecessem. Sinais no reflexo do espelho, quando ficamos de frente pra nossa realidade.
 
Mergulhamos em estados de depressão e menos valia que prejudica mais o que já deve estar ruim. E acredite, se não fizermos nada pode piorar!
 
A boa notícia é que temos dentro de nós um Escudo Emocional Protetor e de Segurança Pessoal chamado Autoamor e com a ajuda de Ermance Dufaux, no seu livro Emoções que Curam – Culpa, Raiva e Medo como Forças de Libertação – vou trazer aqui 5 dicas dela para sairmos desse estado e entrarmos em uma Espiral Positiva de alegria, saúde  e sucesso.
 
1 – EVITE EXPECTATIVAS MUITO ELEVADAS
 
Elas costumam ser a causa principal da presença da mágoa, e uma pessoa magoada é forte candidata a ingerir os venenos da decepção, do ódio e da tristeza, estados íntimos favoráveis às agressões energéticas. Podemos esperar o melhor, mas com aceitação e perdão quando não conseguimos atingir as metas que tanto almejamos;
 
2 – TER UM OLHAR EDUCATIVO PARA OS CONFLITOS
 
Necessitamos interpretar os conflitos como sintoma íntimo de que temos algo essencial a resolver pelo nosso bem estar. Estados de conflitos íntimos persistentes são geradores de angústia, a emoção que alerta para a existência da desorganização interna, que por sua vez, é uma torneira totalmente aberta para a queda repentina da vitalidade. O conflito é a mola de propulsão para avançarmos na direção da nossa melhoria e amadurecimento;
 
3 – ACEITAR QUE NINGUÉM CONSEGUE TER CONTROLE SOBRE TUDO NA VIDA
 
O esforço neurótico de controlar é um exaustor da energia da serenidade e um produtor de medos incontroláveis. A vida é um fluxo que nos convida a sincronizar nossa mente com o ritmo dos acontecimentos e da realidade;
 
4 – OBSERVAR A IRRITAÇÃO COM UM OUTRO OLHAR
 
Quando a irritação surge na vida emocional, ela está emitindo um recado do coração que diz mais ou menos assim: “Você está ultrapassando seus limites, algo está em desacordo com suas necessidades. Observe, reflita e corrija o que está  acontecendo.”. A irritação é um curto-circuito no sistema defensivo descompensando seu equilíbrio de forças na nossa aura, e os caminhos energéticos da existência só serão abertos quando houver a substituição das frases indicadoras de ausência nos limites: “tenho que…”, “deveria ter…”, por essas outras formas libertadoras: “eu escolhi…”, “eu necessito…”, “Eu quero…”
 
(Algo de PNL me veio à mente nesse momento e me confirma a ideia de que PNL está na vida da gente).
 
 “A inconsciência de limites promove a exaustão de energia vital, fundamental para o equilíbrio do sistema nervoso. Respeito aos limites é um processo de educação de nossas forças e habilidades que alinham nossa mente ao equilíbrio e à serenidade.
 
5 – EVITAR FIXAÇÃO PROLONGADA NOS ASPECTOS SOMBRIOS
 
Ao destacar os os aspectos desagradáveis que carregamos ou aqueles que fazem parte da personalidade das pessoas com quem convivemos, fortalecemos esses traços em nós ou passamos a carregar as mesmas dores e necessidades das pessoas que criticamos, instaurando-se o clima da descrença, do pessimismo e da animosidade. O exercício de olhar a vida de uma forma mais otimista e destacar o luminoso na vida e nas pessoas é uma atitude imunizadora em nosso favor, metabolizando fluidos elevados e responsáveis pela serenidade psíquica.”
 
Esses e muitos outros são cuidados e atitudes de amor para conosco que fortalecerão a nossa confiança, nossa saúde e nosso equilíbrio.
 
Autoamor é o segredo de uma vida abundante e próspera.
Você merece. Você pode. É possível e Vale a pena!
 
Participe do nosso encontro SER + HUMANO e venha compartilhar de estudos, reflexões e praticas libertadoras para a vida.
 
Mais informações sobre datas, valores e reserva de vaga, entre em contato conosco pelo WhatsApp (21) 99502-3000 ou pelo link do grupo ATENDIMENTO INSTITUTO DNA: